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Conheça os ritmos do Carnaval pernambucano

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Frevo - O frevo nasceu no final do século XIX para tornar-se o principal ritmo e a dança mais característica do povo pernambucano. Sua demoninação surgiu da linguagem simples do povo, que dizia "frever" invés de ferver. A dança, chamada Passo, tem origem nos movimentos dos capoeiristas que iam à frente dos desfiles, defendendo os músicos da aproximação da multidão. A partir dali, os passos da nova dança foram se misturando, incluindo traços do ballet e até dos cossacos. Hoje, já são mais de 120 movimentos catalogados no frevo. Há algumas subdivisões, dentre elas o frevo de rua, que é puramente instrumental; o frevo-canção, que mistura, como o próprio nome diz, os dois ritmos; frevo de bloco, tocado por orquestra de pau e corda e cantado.

Caboclinho - Trata-se de uma dança muito antiga (que surgiu por volta de 1584), de origem indígena. Nos movimentos, os dançarinos representam batalhas, caçadas e colheitas. A percussão é feita por pífanos, reco-recos e ganzás, acompanhada pelo barulho dos arcos e flexas dos que dançam.

Maracatu - Esta dança remete aos cortejos de soberanos africanos que eram protegidos por um imenso pálio, espécie de guarda-sol ornamentado. Os participantes movem o corpo imitando o movimento do mar, ao som de bombos, chamados alfaias, taróis, gonguês e ganzás. Há duas manifestações distintas de maracatu: o de "baque solto" ou rural, que traz orquesta; e o de "baque virado" ou "nação", que só usa instrumentos de percussão. Uma figura importante é a "boneca" ou "calunga", um tótem carregado por uma mulher, na altura do colo, que jamais pode ser abaixado. Os chocalhos também são elementos que dão o tom da dança.

SERVIÇO:

Informações turísticas: Na Empetur - Órgão Oficial de Turismo de Pernambuco, telefone: (81)3427-8000 ou pelo site www.empetur.com.br. Secretaria de Turismo de Recife, tel: (81)3425-8761. Secretaria de Turismo de Olinda, tel: (81)3439-6414.

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A autêntica folia de rua em Pernambuco

O Carnaval em Pernambuco é singular, diferente do que se costuma encontrar no resto do país. Ali, o samba tem outro compasso porque misturou-se a ritmos locais, sobretudo o frevo e o maracatu. Fora isso, não há abadás, o que torna a festa uma grandiosa confraternização popular.

Os blocos de rua são as estrelas da festa. No Recife, o mais famoso é o Galo da Madrugada, que costuma reunir mais de um milhão de pessoas no centro da capital. Tanto que acabou sendo apontado como o maior bloco carnavalesco do planeta pelo Guiness Book de 1995. A agremiação surgiu em 1977 para ser um clube de frevo, mas acabou se tornando um bloco que revive as origens do mais tradicional e autêntico carnaval de rua.

Os foliões do Galo concentram-se a partir das 5h30 da madrugada do sábado, saindo na manhã do mesmo dia. Toques de clarins chamam moradores e visitantes para o desfile, que passa pelos bairros de São José e Santo Antônio, em um percurso de cerca de quatro quilômetros. Quem chega para pular o Carnaval é recepcionado por uma chuva de confetes, serpentinas, além de fogos de artifício. Para tornar a festa ainda maior, outros blocos juntam-se ao Galo, entre eles o Azulão, o Rabo do Galo e a Galinha do Galo.

Só no centro da capital pernambucana são oito pólos carnavalescos, dos mais diversos ritmos. Destaque para o pólo "Mangue", que reúne os jovens modernos de Recife. Na Tenda Eletrônica Manguetown, realiza-se o famoso Festival Rec Beat, que mistura sons regionais e rock, e os desfiles do Manguefashion, uma alternativa para o Carnaval tradicional.

Outro expoente do estado quando o assunto é Carnaval é a cidade de Olinda, onde destacam-se as manifestações folclóricas e populares. A mais notável delas são os bonecos gigantes, que arrastam os foliões ao som do tradicional frevo. Quem abre oficialmente o Carnaval, à zero hora de sábado, é o Homem da Meia Noite, criado há mais de 70 anos. A partir daí, começa o desfile dos bonecos, cada um com mais de três metros de altura. Em 1967, o Homem da Meia Noite ganhou uma "esposa", a Mulher do Meio Dia, e assim por diante foram surgindo novos e divertidos personagens. Além das figuras gigantes, existem cerca de 500 agremiações que trazem seus blocos para as ruas durante os dias de reinado de Momo.

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